Peso: 63 Kg (É greve? Empacaram? Sai daquiiiiiiiii!), 52º dia de dieta (mas o peso continua o mesmo!), 2 unidades de coca-light (uma latinha e um copo), 01 marido pré-aniversariante, 30 Dia das Crianças vividos até o presente momento(Credo!), 6h de plantão calmo e tranquilo (até agora), 01 livro inútil comprado (porém divertido e realista), 3 meses e 29 dias para o meu trigésimo aniversário (Senhor, dai-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar...).
15h30 - Estou aqui, invadindo o PC do faturamento anexo à UTI. Não poderia estar aqui, apesar de nada haver para fazer... Tudo calmo e tranquilo, na mais perfeita ordem. Mas é que a chefe não gosta. Então, só abuso nos feriados e fins de semana.
Estive lendo a campanha comunitária no blog da Pathy e resolvi aderir! ^^
Tema: Como você era quando criança?
Bom, vamos por tópicos:
- Eu era uma menina um tanto levada, mas nada comparada ao meu irmão mais novo.
- Tinha cabelos castanho-escuro, leves como paina, bem ondulados, dava até pra fazer aqueles cachinhos de Luluzinha. Caso contrário, ficava armado como uma vassoura.
- Era mais branquela do que sou hoje, e não me lembro de ter sido magricela alguma vez na vida. Aliás, sempre estive mais pro lado de lá da balança do que pra cá, exceto quando nasci.
- Era vidrada nas maquiagens da minha mãe e da minha tia. Amava invadir o quarto da dinda pra pegar os brinquedos dela (ela tinha uma Susie!) e o batom de moranguinho da Avon. Quando ela me "produzia", eu nem fechava a boca para não tirar o batom!
- Fui para a escola no final do ano (setembro/1979) porque minha irmãzinha nasceria no ano seguinte e minha mãe não queria que eu me sentisse rejeitada, tendo que ir para a escola por causa do neném... Resumo: entrei no jardim (não tinha maternal) com 4 anos, em setembro, e no ano seguinte, me passaram para o prezinho. Confesso: eu sempre quis ir à escola.
- Tive um monte de piolhos e minha mãe tosou meu cabelo bem curtinho. Ai que ódio!
- Tinha uma bicicleta super legal, que era companheira de fugas e traquinagens.
- Subia em árvores, jogava queimada, brincava de casinha, de boneca (até os 15 anos!!!), de comidinha, de amarelinha, de pular corda, de cabra cega, jogava Jogo da Vida e Banco Imobiliário, era louca por uma boneca da Moranguinho mas eu nunca ganhei e tinha várias Chuquinhas e um Querido Pônei com salãozinho de beleza. Queria um daqueles kits de maletinha para brincar de médico, mas ao invés dele, ganhei um de cozinha. ¬¬ Quando meu irmão ganhou um brinquedo chamado Dr. Ambulância (eu acho que é isso), eu praticamente tomei pra mim! ^^
- Gastava horas na frente do espelho me perguntando por que meu cabelo não era liso, nem loiro. Ser de descendência oriental chamava a atenção e as crianças são maldosas...
- Amava tirar fotos. De todos os jeitos.
- Queria ser médica. Se não desse pra ser, então eu queria ser astronauta ou astrônoma (de onde eu tirava essas idéias, ó Senhor???)
- Amava cachorros, mas tinha medo deles. Na casa da vovó havia um pastor alemão lindo, que era meu xodó e morreu quando eu já estava beirando os 17 anos. Morria de pavor de pinschers e pequineses.
- Passava os domingos na casa da vovó. Comia frango assado, macarrão e farofa.
- Era (sempre fui) LOUCA por farofa. :P
- Gostava de dançar, de pintar, de desenhar, de conversar, de participar de todos os eventos e coisas possíveis. Achava que sabia nadar, e sempre me atirava dentro de piscinas e mar. Resultado: pânico de água.
- Meu apelido era Lela.
- Gostava de assistir She-Ha, He-Man, Tundercats, Caverna do Dragão (o melhor!), Ursinhos Carinhosos, Ewoks, The Flintstones, Get Along Gang (não lembro o nome em português), Tom e Jerry, Pantera cor de rosa, Pernalonga, Muppet Show e mais tarde, Muppets Babies, Disney em geral... Ah, sim, e como esquecer: Snoopy, minha paixão!
- Odiava quando mamãe colocava banana na minha lancheira da escola.
- Queria ter uma irmã mais velha.
- Tocava na banda da escola, escrevia poesias e textos legais, fazia aula de teatro, curso de Jazz... Mas frustrada por não ter feito ballet e piano (sonhos nunca realizados). Amava ir à casa de uma tia-avó, que tinha um piano. Ficava fascinada. Quem sabe um dia?
- Gostava de comprar lanche fiado na cantina da escola (eu achava que não precisava pagar) e levava esporro no fim do mês quando chegava a cobrança para os meus pais.
- Pulava cerca, subia em muros, furava paredes, entrava debaixo de construções, me enterrava na lama e não entendia a finalidade dos irmãos mais novos.
- Já soltei 21 filhotes de pastor alemão com menos de 45 dias na rua, sem querer. E tive que juntar todos, correndo atrás deles, com a minha avó.
- Nunca fui dada a estudar. Assistia as aulas e isso me bastava. Tirava boas notas, aprendia tudo rápido (ô saudade!), mas detestava matemática, e ficava de recuperação quase todos os anos.
- Sempre entrei em clínicas (pediátricas) e vistoriava tudo o que era possível. Queria ver mais, o que havia além da porta que separava a sala de espera, o consultório, a parte que era proibida a entrada sem autorização... Acho que no fundo, sempre fui o que sou.
- Era chorona (mesmo). Não gostava? Berrava.
- Escondi um bicho-de-pé durante quase dois meses com medo da minha mãe mandar vovó tirar o bicho (ela tirava com agulhas de costura aquecidas no fogão e futucava até arrancar o olho do bichinho). Fui descoberta, levada para a minha avó, que fez o ritual de sempre. 6 horas mais tarde, ardia em febre e fui levada às pressas para o hospital. Resultado: infecção. Uma benzetacil de um lado do traseiro, e uma anti-tetânica do outro. Uma semana sem sentar.
- Sempre fiz planos... Muitos planos! Hoje olho para trás e vejo quantos eu concretizei... Eu era uma criança feliz, apesar de todas as dificuldades que tive que enfrentar. Sinto saudades daquela época. Saudades do vovô sentado na cozinha ouvindo o radinho de pilha e torcendo pelo Flamengo. Saudades do Hulk (o pastor alemão). Saudades dos meus amigos de infância. Saudades de viver a realidade como se fosse sonho.
Passou tão rápido...
Mas eu ainda sou criança. Quem me conhece sabe disso. Acho que serei assim eternamente...
Fotos: Aqui!
16h30- Estou com dor de cabeça. Hora de levantar do computador e dar satisfação aos familiares dos internados. See you latter. E feliz dia das crianças pra todos!
15h30 - Estou aqui, invadindo o PC do faturamento anexo à UTI. Não poderia estar aqui, apesar de nada haver para fazer... Tudo calmo e tranquilo, na mais perfeita ordem. Mas é que a chefe não gosta. Então, só abuso nos feriados e fins de semana.
Estive lendo a campanha comunitária no blog da Pathy e resolvi aderir! ^^
Tema: Como você era quando criança?
Bom, vamos por tópicos:
- Eu era uma menina um tanto levada, mas nada comparada ao meu irmão mais novo.
- Tinha cabelos castanho-escuro, leves como paina, bem ondulados, dava até pra fazer aqueles cachinhos de Luluzinha. Caso contrário, ficava armado como uma vassoura.
- Era mais branquela do que sou hoje, e não me lembro de ter sido magricela alguma vez na vida. Aliás, sempre estive mais pro lado de lá da balança do que pra cá, exceto quando nasci.
- Era vidrada nas maquiagens da minha mãe e da minha tia. Amava invadir o quarto da dinda pra pegar os brinquedos dela (ela tinha uma Susie!) e o batom de moranguinho da Avon. Quando ela me "produzia", eu nem fechava a boca para não tirar o batom!
- Fui para a escola no final do ano (setembro/1979) porque minha irmãzinha nasceria no ano seguinte e minha mãe não queria que eu me sentisse rejeitada, tendo que ir para a escola por causa do neném... Resumo: entrei no jardim (não tinha maternal) com 4 anos, em setembro, e no ano seguinte, me passaram para o prezinho. Confesso: eu sempre quis ir à escola.
- Tive um monte de piolhos e minha mãe tosou meu cabelo bem curtinho. Ai que ódio!
- Tinha uma bicicleta super legal, que era companheira de fugas e traquinagens.
- Subia em árvores, jogava queimada, brincava de casinha, de boneca (até os 15 anos!!!), de comidinha, de amarelinha, de pular corda, de cabra cega, jogava Jogo da Vida e Banco Imobiliário, era louca por uma boneca da Moranguinho mas eu nunca ganhei e tinha várias Chuquinhas e um Querido Pônei com salãozinho de beleza. Queria um daqueles kits de maletinha para brincar de médico, mas ao invés dele, ganhei um de cozinha. ¬¬ Quando meu irmão ganhou um brinquedo chamado Dr. Ambulância (eu acho que é isso), eu praticamente tomei pra mim! ^^
- Gastava horas na frente do espelho me perguntando por que meu cabelo não era liso, nem loiro. Ser de descendência oriental chamava a atenção e as crianças são maldosas...
- Amava tirar fotos. De todos os jeitos.
- Queria ser médica. Se não desse pra ser, então eu queria ser astronauta ou astrônoma (de onde eu tirava essas idéias, ó Senhor???)
- Amava cachorros, mas tinha medo deles. Na casa da vovó havia um pastor alemão lindo, que era meu xodó e morreu quando eu já estava beirando os 17 anos. Morria de pavor de pinschers e pequineses.
- Passava os domingos na casa da vovó. Comia frango assado, macarrão e farofa.
- Era (sempre fui) LOUCA por farofa. :P
- Gostava de dançar, de pintar, de desenhar, de conversar, de participar de todos os eventos e coisas possíveis. Achava que sabia nadar, e sempre me atirava dentro de piscinas e mar. Resultado: pânico de água.
- Meu apelido era Lela.
- Gostava de assistir She-Ha, He-Man, Tundercats, Caverna do Dragão (o melhor!), Ursinhos Carinhosos, Ewoks, The Flintstones, Get Along Gang (não lembro o nome em português), Tom e Jerry, Pantera cor de rosa, Pernalonga, Muppet Show e mais tarde, Muppets Babies, Disney em geral... Ah, sim, e como esquecer: Snoopy, minha paixão!
- Odiava quando mamãe colocava banana na minha lancheira da escola.
- Queria ter uma irmã mais velha.
- Tocava na banda da escola, escrevia poesias e textos legais, fazia aula de teatro, curso de Jazz... Mas frustrada por não ter feito ballet e piano (sonhos nunca realizados). Amava ir à casa de uma tia-avó, que tinha um piano. Ficava fascinada. Quem sabe um dia?
- Gostava de comprar lanche fiado na cantina da escola (eu achava que não precisava pagar) e levava esporro no fim do mês quando chegava a cobrança para os meus pais.
- Pulava cerca, subia em muros, furava paredes, entrava debaixo de construções, me enterrava na lama e não entendia a finalidade dos irmãos mais novos.
- Já soltei 21 filhotes de pastor alemão com menos de 45 dias na rua, sem querer. E tive que juntar todos, correndo atrás deles, com a minha avó.
- Nunca fui dada a estudar. Assistia as aulas e isso me bastava. Tirava boas notas, aprendia tudo rápido (ô saudade!), mas detestava matemática, e ficava de recuperação quase todos os anos.
- Sempre entrei em clínicas (pediátricas) e vistoriava tudo o que era possível. Queria ver mais, o que havia além da porta que separava a sala de espera, o consultório, a parte que era proibida a entrada sem autorização... Acho que no fundo, sempre fui o que sou.
- Era chorona (mesmo). Não gostava? Berrava.
- Escondi um bicho-de-pé durante quase dois meses com medo da minha mãe mandar vovó tirar o bicho (ela tirava com agulhas de costura aquecidas no fogão e futucava até arrancar o olho do bichinho). Fui descoberta, levada para a minha avó, que fez o ritual de sempre. 6 horas mais tarde, ardia em febre e fui levada às pressas para o hospital. Resultado: infecção. Uma benzetacil de um lado do traseiro, e uma anti-tetânica do outro. Uma semana sem sentar.
- Sempre fiz planos... Muitos planos! Hoje olho para trás e vejo quantos eu concretizei... Eu era uma criança feliz, apesar de todas as dificuldades que tive que enfrentar. Sinto saudades daquela época. Saudades do vovô sentado na cozinha ouvindo o radinho de pilha e torcendo pelo Flamengo. Saudades do Hulk (o pastor alemão). Saudades dos meus amigos de infância. Saudades de viver a realidade como se fosse sonho.
Passou tão rápido...
Mas eu ainda sou criança. Quem me conhece sabe disso. Acho que serei assim eternamente...
Fotos: Aqui!
16h30- Estou com dor de cabeça. Hora de levantar do computador e dar satisfação aos familiares dos internados. See you latter. E feliz dia das crianças pra todos!
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